domingo, 21 de abril de 2019




Trabalhando o Simbolo com Crianças de Educação

O símbolo é um elemento essencial no processo de comunicação encontrando-se difundido pelo cotidiano e pelas mais variadas vertentes do saber humano. O trabalho com os símbolos se justifica por esse ser portador da escrita. É importante estimular a decodificação e a interpretação desses estímulos, presentes no cotidiano das crianças, levando-as a tomarem contato com a utilização da escrita nos mais variados contextos.
Os símbolos representam algo, assim como a escrita representa o que falamos ou pensamos.  O trabalho com os símbolos envolve atividades de: pintura, rasgadura, colagem, dobraduras, brincadeiras, músicas, jogos, confecções de cartazes, construção de brinquedos com sucata, contação de história, filmes, pesquisa. Aguçando desta forma a curiosidades sobre o nome do grupo (essas pesquisas são realizadas em livros, revistas e internet).
Apresenta-se também a criança leitura de imagens, produção de textos, texto cooperativo. O estudo do símbolo se dá no cotidiano escolar a partir das experiências vivenciadas pela criança.
O professor passa a trabalhar com símbolo do grupo desde os primeiros dias de aula. Este trabalho deve ser desenvolvido por todos os grupos do CMEI, tendo como objetivo: reconhecer a criança como parte de um grupo, valorizando sua criatividade e promovendo sua autonomia através da pesquisa. 
O trabalho com o símbolo inicia com a escolha do nome dos grupos, cada professor após observação e pesquisa organiza a melhor maneira para escolher junto aos seus alunos o nome que mais os identifique, respeitando assuntos de interesse e faixa etária.
 Os grupos podem iniciar as pesquisas com ajuda de familiares, em livros, revistas, entre outros. Finalizando o processo de escolha com a votação dos pequenos ou até mesmo pela identificação de algo que lhes agradou.
Durante as investigações oportuniza-se aos educandos participar de atividades de: confecção de textos, cartazes cooperativos, fantoches, mascotes, contação de história, rodas de leitura e conversas, canções, aulas passeio, dobraduras, preparo de receitas, e correspondência interescolar, entre outras. 
Através deste trabalho as crianças e professores têm a oportunidade de participar como protagonistas da construção da identidade do grupo, por meio das interações da criança com o seu meio social e de suas descobertas através das pesquisas realizadas. 
Através das pesquisas referentes ao símbolo de cada grupo, tem-se a possibilidade de avaliar a evolução e o progresso das crianças motivando a imaginação, criatividade, alegria, afetividade, respeitando a curiosidade natural da criança da educação infantil. Esse trabalho acontece também com o símbolo individual, a investigação e a pesquisa são realizadas durante todo o ano ou enquanto houver interesse das crianças.
Nas turmas de 0 à 3 anos, o trabalho com os símbolos e pesquisas pode iniciar durante as atividades de exploração dos materiais da sala. O professor observa, anota dados relevantes e após observações pode organizar o trabalho com os símbolos. Ser professor, como tantas outras profissões, não é só estar na escola na hora da aula, é ter outro tipo de presença. É paixão, é encantamento com o mundo e com as pessoas. É ligar o mundo e o conhecimento à vida dos alunos na escola. “O professor ao olhar e ver qualquer coisa como um filme, um livro, um quadro, procura formas de articular com a escola”. (BARBOSA & HORN, 2008, p.87).

























segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

cartazes para fortalecer a aprendizagem.


Os cartazes construído com os alunos  facilita a aprendizagem na educação infantil, ao invés do professor usar xerox com desenhos reproduzidos em série, onde o aluno apenas preenche e faz a pintura de desenhos sem ter oportunidade de criar , relacionar, palpitar, ou até mesmo refletir sobre o que está realizando. Os professor pode usar os cartazes, jogos, desenhos, colagens com seus  alunos coletivamente p engloba inúmeros conhecimentos.















quarta-feira, 26 de setembro de 2018




Brincadeiras e jogos simbólicos
Para a perspectiva histórico-cultural o brinquedo tem claras relações com o desenvolvimento infantil. Principalmente em atividades de faz-de-conta e jogos de papéis. Essa relação torna-se possível porque o brinquedo permite a criança desenvolver algumas capacidades importantes, tais como a atenção, a imitação, a memória e a imaginação. Com as brincadeiras e jogos, as crianças aprendem a movimentar-se de diversas formas, desenvolvendo a coordenação motora, o conhecimento do seu corpo, combinar e cumprir regras, o qual por sua vez apoiará o desenvolvimento cognitivo e social. Se a brincadeira é uma ação que ocorre no plano da imaginação isto implica que aquele que brinca tenha o domínio da linguagem simbólica. Nesse sentido, para brincar é preciso apropriar-se de elementos da realidade imediata de tal forma a atribuir-lhes novos significados. Essa peculiaridade da brincadeira ocorre por meio da articulação entre a imaginação e a imitação da realidade.
Jogos com regras e intelectuais
Os jogos classificados por regras específicas, entre a faixa etária dos 2 e 3 anos de idade, precisam ser simples com regras não muito complexas. Podem ser atividades acompanhadas por canções nas quais as crianças sigam algumas instruções. Na faixa etária de 4 e 5 anos os jogos tornam-se mais complexos, exigindo mais agilidade nos movimentos, e desenvolvendo novas habilidades de pensamento. Os primeiros jogos de regras são valiosos para o desenvolvimento de capacidades corporais de equilíbrio e coordenação, mas trazem também a oportunidade, para as crianças, das primeiras situações competitivas, em que suas habilidades poderão ser valorizadas de acordo com os objetivos do jogo.

É muito importante que o professor esteja atento aos conflitos que possam surgir nessas situações, ajudando as crianças a desenvolver uma atitude de competição de forma saudável. Nesta faixa etária, o professor é quem ajudará as crianças a combinar e cumprir regras, desenvolvendo atitudes de respeito e cooperação tão necessárias, mais tarde, no desenvolvimento das habilidades desportivas (RCNEI, 1998, v. 3, p. 37).

A brincadeira como recurso privilegiado do desenvolvimento da memória e a capacidade de expressar-se, interagir e argumentar, a partir de diferentes linguagens. Os jogos coletivos como: (esconde-esconde, pega-pega, jogos de mico, memória, bingo, etc).
Jogos e brincadeiras tradicionais
Os momentos de jogo e de brincadeira devem se constituir em atividades permanentes nas quais as crianças poderão estar em contato também com temas relacionados ao mundo social e natural. O professor poderá ensinar às crianças jogos e brincadeiras de outras épocas, propondo pesquisas junto aos familiares e outras pessoas da comunidade e/ou em livros e revistas. Para a criança é interessante conhecer as regras das brincadeiras de outros tempos, observar o que mudou em relação às regras atuais, saber do que eram feitos os brinquedos.
Portanto, pode-se dizer que a interação social é importantíssima para a aprendizagem e desenvolvimento intelectual da criança, pois, Vygotsky afirma que é na relação social do “eu” com o “outro” que ocorre o desenvolvimento, e é na interação com o meio social que se dá a aprendizagem. O processo de interação social é a comunicação humana, pois é no compartilhamento entre vários grupos que se criam novos pensamentos e com isso, novas aprendizagens.
A abordagem Sociointeracionista, de Vygotsky, segundo a qual o desenvolvimento humano se dá em relação nas trocas entre parceiros sociais, através de processos de interação e mediação. Sua mediação com o mundo, através das intervenções constantes do adulto, os processos psicológicos mais complexos começam a se formar, onde a partir daí, as conquistas individuais resultam de um processo compartilhado. Quando internalizados